terça-feira, 10 de julho de 2012

Chegou o amor


Há um bom tempo que não escrevo nesse espaço e não é por falta de motivação, muito pelo contrário, têm acontecido coisas bem interessantes em minha vida nos últimos tempos, tive ideias incríveis, mas nada que me mobilizasse a voltar aqui.
Voltei para dizer, finalmente, que tenho vivido um momento muito bonito na minha vida nos últimos cinco meses. Sabe o que é? Bem, é que depois de um longo período encontrei algo que em minha cabeça poderia não mais acontecer em minha vida. Descobri que meu coração e eu acreditamos estar apaixonados pela mesma pessoa. Isso, num ponto em que a razão e a emoção se encontraram repentinamente e chegando a mesma conclusão: “É isso aí, garota, você encontrou seu rapaz e isso é amor grande”.
Ele não acredita muito, acho que pensa que é cedo para dizer: “Eu te amo”. Deve ser a surpresa, não sei, acredito que só ele mesmo pode dizer qual o motivo de seu desconcerto diante de tal declaração. O amor entre duas pessoas não se planeja, tem hora para acontecer e nem tempo para medir o tempo certo.
Amo você rapaz! Pronto, só isso. O resto você já sabe.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Antes que janeiro acabe

Nesse ano não quero fazer promessas mirabolantes que não dependam de minha vontade ou desejo. Quero para este ano coisas que estiverem ao meu alcance, aconteçam por merecimento e estejam reservados para meu crescimento.    
Já tenho natais suficientes em minha história para saber o que me fortalece ou não, o que me deixa feliz ou não.
Amor, saúde, paz, alegrias já são óbvios de mais, mas nunca é demais repetir o mantra. O que realmente desejo para você todos é um 2012 de superação e crescimento.
Feliz ano!

terça-feira, 10 de maio de 2011

Um bom exemplo

Achei louvável o fato da atriz Catherine Zeta-Jones assumir que tem transtorno bipolar e, mais ainda, ter apoio integral do marido Michael Douglas e familiares. Se mais pessoas de projeção pública e que também são portadores de transtornos mentais pudessem usar declarações desse tipo ajudariam a desmistificar a doença, apontar para a existência de tratamentos e amenizar o grande preconceito existente.

http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/913838-michael-douglas-diz-que-zeta-jones-se-recupera-de-doenca.shtml

sábado, 23 de abril de 2011

O lado negro de nós mesmos




Ano passado de férias na capital paulista tive o privilégio de assistir a superprodução nacional do musical "Jekyll & Hyde - O Médico e o monstro" que realmente me impressionou em vários aspectos tais como: excelente produção, elenco, cenário e música. A lendária história do médico e cientista de autoria de Robert Louis Stevenson publicada em 1886 era me conhecida, como a maioria das pessoas a conhecem, mas não havia lido de fato a obra. Apenas recentemente que tive a oportunidade de ter o livro em minhas mãos e de apreciá-lo. O drama psicológico sobre a experiência trágica do Dr. Jekyll nos faz pensar no lado negro e doentio de cada um, sem absorver substancia alguma, sendo apenas nós mesmos.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Uma mente inquieta


Para quem gosta ler biografia e ainda tem interesse por temáticas relacionadas à psiquiatria e psicologia, recomendo Uma mente inquieta: memórias de loucura e instabilidade do humor da psiquiatra Kay Redffield Jamison. Além de psiquiatra, Kay tem transtorno afetivo bipolar, é professora universitária e referência como pesquisadora sobre a doença no mundo acadêmico.
Tenho um interesse particular por esse tema por conta de meu trabalho com a clínica e por isso já tive acesso a diversas leituras biográficas e posso dizer que é impressionante o relato a autora sobre sua vida atravessada por uma doença avassaladora, com de difícil tratamento e sem cura.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Que tal "Um bom tricô"?

Sempre que me delicio com a leitura um livro surge uma vontade enorme de compartilhar o mais breve possível com as mais chegadas das amigas. As vezes prefiro enprestar e depois conversar a respeito. Essa minha empolgação me faz, mais uma vez, aqui,  chamar a atenção para uma nova leitura. O romance que anuncio tem seu valor assegurado pela leveza da escrita e da simplicidade em que são narradas as histórias de vida das mulheres que compõem a trama e que se entrelaçam entre si sem perder rumo e sem deixar de trazer reflexões para nossas vidas. Como não gosto de estragar surpresas apenas garanto uma boa leitura: Um bom tricô de Debbie Macomber.
Ainda refletindo sobre o que será este espaço. 

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Recado às amigas e companheiras

Sim, lembro-me que foi há exatamente dois anos que li, comentei, sugeri e até andei emprestando meu exemplar de "Comer, amar e rezar" para umas amigas. Algumas até se amimaram, compraram e  leram, outras nem se animaram muito e esqueceram o assunto. Num certo encontro de mulherzinhas, combinamos,  que todas leriam e após alguns meses nos reuniríamos com o propósito de comentar nossas impressões pessoais, principalmente no que nos identificamos ou não, contudo referido reencontro não aconteceu. Agora, no momento em que o filme está em cartaz, talvez criemos coragem para nos encontrar finalmente. Mas aviso logo, o filme não é tão compreensível para quem não o leu. Acredito que deva ser confuso entender algumas passagens sem realmete ter acompanhado o que motivou Elizabeth Gilbert a viajar para três lugares tão distintos: Itália, Índia e Indonésia. Fica então minha dica, mais uma vez: leiam o livro, realmente vale muito a pena. Além de ter uma prazerosa leitura poderá se identificar com muitas de nossas questões vividas pela personagem que é a própria autora.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Boa notícia

Uma ótima notícia chamou a atenção do mundo, as manchetes dos jornais não estampavam más notícias ou comentários enfadonhos sobre a disputa eleitoral nacional. Hoje, acordei com uma notícia que me deixou extremamente feliz, um acontecimento que, em meu ponto de vista, comoveu milhões de pessoas pelo mundo, principalmente àquelas que ainda preocupam-se com o bem-estar do próximo. Refiro-me ao resgate dos 33 mineiros chilenos que estavam soterrados a 622 metros de profundidade há 69 dias de sofrimento e apreensão. Essa tragédia mobilizou e uniu pessoas do mundo inteiro (familiares, amigos, técnicos, cientistas, governos e anônimos como eu) numa corrente de esperança e laboriosas técnicas para resgatá-los do subsolo com vida. São esses acontecimentos que nos fazem acreditar que a humanidade está doente, mas tem possibilidades de se curar do egocentrismo e da ignorância de que existem diferenças intransponíveis entre nós.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Intolerância minha

A vida é mesmo uma grande aventura, uma caixa de surpresas (estilo Pandora), um caminho a se trilhar com alguns mapas na cabeça, uma bússola (por vezes desnorteada) na cabeça e no coração, porém sem garantias de chegarmos aos lugares que imaginamos serem certos. Alguns entregam a vida e suas inúmeras escolhas ao destino ou a Deus, acreditando que deste modo, possa estar assegurado um futuro repleto de bem aventuranças. Contudo, agindo assim se eximem da imensa responsabilidade por viver em sociedade. Não moramos numa ilha e não somos auto-suficientes, precisamos das pessoas e elas de nosso trabalho, apoio, respeito, solidariedade, amizade e amor. Infelizmente, mais e mais surgem a nossa frente indivíduos sem essa consciência, individualistas e egocêntricos que atropelam cada vez mais o espaço dos outros como um direito de fato. Como eu os denomino? Os reconheço como: pobres coitados ou seres insignificantes. Deles, quero anonimato e uma longa distância. Mas como sei que manter distância por muito tempo é impossível, melhor é sumir vez em quando.


segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Alice pode estar ao lado.

A leitura sempre foi uma de minhas paixões. Às vezes a tomo como passatempo prazeroso, outra como pesquisa de trabalho de temas que necessito me aprofundar. Não consigo ficar por muito tempo parada sem ter o que fazer em fila de banco, sala de espera de consultórios médicos, dentistas, salão de beleza, oficinas e longas viagens. Inquieta-me ficar a toa, sem ter que o que fazer e ouvir, sem querer, conversas desinteressantes ou esdrúxulas de terceiros que estão por perto. Por esses motivos, sempre ando com um livro na bolsa ou no carro para o caso de alguma “emergência”. E sabem de uma coisa? Esse vicio é bom de mais, não me traz reações adversas e não existe contra-indicações, a não ser que eu esteja sem meus óculos de grau.
Finalmente concluí a leitura do livro autobiográfico de “Hoje sou Alice: Nove personalidades, uma mente torturada” de Alice Jamieson. Digo finalmente por que eu resisti em terminá-lo e explico o motivo. O livro é fantástico, muito bem escrito, mas traz consigo temas muito difíceis de serem digeridos, tais como: abuso sexual e doença mental. Esses temas não estão distantes de minha experiência profissional. Quem me conhece sabe disso. Mas não perdi a sensibilidade inerente ao ser humano diante de atrocidades. Por isso recomendo a sua leitura, principalmente para aqueles que lidam constantemente com o sofrimento psíquico de outrem por ofício. E lembrem-se: existem milhões de pessoas que passam por histórias semelhantes, contudo nunca conseguem resignificá-las por não serem devidamente ouvidas em seus sofrimentos.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

AMOR & SEXO

Sempre achei fantástica a letra de “Amor e sexo” composta por Rita Lee em parceria com Arnaldo Jabor. Gostei desta música desde a primeira vez que ouvi no rádio. Ele me retorna da memória pelo fato de ter assistido recentemente ao show da Diva e me encantei com suas expressões singulares, por vezes debochadas outras engraçadas e sutis. Nunca vi uma artista expressar tão bem uma canção (isso ele faz com todas, diga-se de passagem). Rita Lee e Roberto de Carvalho, naquele momento, no placo, conseguiram transmitir um exemplo de amor e companheirismo, um amor bacana que muita gente sonha em ter e está cada vez mais escasso.

AMOR & SEXO
Amor é um livro
Sexo é esporte
Sexo é escolha
Amor é sorte...
Amor é pensamento
Teorema
Amor é novela
Sexo é cinema..
Sexo é imaginação
Fantasia
Amor é prosa
Sexo é poesia...
O amor nos torna
Patéticos
Sexo é uma selva
De epiléticos...
Amor é cristão
Sexo é pagão
Amor é latifúndio
Sexo é invasão
Amor é divino
Sexo é animal
Amor é bossa nova
Sexo é carnaval
Oh! Oh! Uh!
Amor é para sempre
Sexo também
Sexo é do bom
Amor é do bem...
Amor sem sexo
É amizade
Sexo sem amor
É vontade...
Amor é um
Sexo é dois
Sexo antes
Amor depois...
Sexo vem dos outros
E vai embora
Amor vem de nós
E demora...
Amor é cristão
Sexo é pagão
Amor é latifúndio
Sexo é invasão
Amor é divino
Sexo é animal
Amor é bossa nova
Sexo é carnaval
Oh! Oh! Oh!
Amor é isso
Sexo é aquilo
E coisa e tal!
E tal e coisa!
Uh! Uh! Uh!
Ai o amor!
Hum! O sexo!

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Assim como a canção tão bem me lembra: “a vida é mesmo tão rara”.

Em muitas situações perguntei-me por que perdemos tempo demasiado investindo em pessoas que não valem o esforço de nossas atenções, que não valem nossa atenção por mais de cinco minutos, por qual motivo apostamos cegamente em coisas que realmente não nos cabe transformar?
Por que essa tendência masoquista em se esforçar sabendo que não obteremos além de ódio ou mágoa? Para quê, minha amiga?

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Indagações e divagações.

Hoje, uma amiga me perguntou aminada: O que você planeja para esse mês de agosto?
Essa repentina indagação me tirou dos trilhos e reverberou em meus pensamentos por um bom tempo ao longo do dia. Senti-me incomodada, não pelo fato de não responder qualquer coisa que viesse prontamente em minha cabeça, mas por eu não saber o que responder. Eu não havia planejado concretamente nada para este o mês que se iniciaria. Mas, por qual motivo eu não conseguia responder? Logo eu, que busco sempre não me robotizar diante dos compromissos e da rotina que se interpõe dia após dia. Sim, eu tinha consciência dos meus compromissos e do dever em cumpri-los e esse fato não me causava maiores infortúnios, contudo refletia mais sobre o que surgiriam com eles e além deles. A esse respeito penso que não é muito interessante planejar tudo obsessivamente nem deixar que “o destino” o faça por si. Vejo que meus sonhos mais apaixonados se concretizaram nesse meio termo, nesse meio caminho sem pressa e sem preguiça, na simplicidade de uma grata surpresa.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Sobre desencontros.

Havia uma garota e um rapaz. Eles viveram bons momentos juntos, não o tempo suficiente para guardar muitas lembranças e ter o que lembrar tempos depois. Ele não estava muito bem certo do queria e atravessava momentos difíceis. Acreditando que ela não o entenderia, rompeu brusca e covardemente algo que um dia ele proprio chamou de namoro. O tempo passou e aquele hiato insistia sinalizando que faltou ser dito algo, alguma explicação. Tempos depois ele tenta um reencontro, se desculpou por e-mails sobre o que aconteceu e ela o perdoou, a final de contas haviam se passado muitos meses, ela, além de não guardar mágoa, apenas poucas lembranças do que pareceu sincero e bom, continuou com sua vida e até já havia namorado outro rapaz. Ele queria encontrá-la, falar-lhe pessoalmente “olhos nos olhos”, mas ela ponderou e achou melhor não ceder, não estava com ninguém, porém não se sentia a vontade em ir aquele encontro, muito menos pensar no que poderia resultar depois dele. Naquele período ela vivia momentos de resignificação de desencontros, histórias de amor mal-resolvidas e não iria se arriscar mais uma vez, estava cansada. Ele não insistiu e sumiu, ela seguiu em frente e mais uma vez aprendeu uma lição: quando realmente queremos algo fazemos todos os esforços para conseguirmos, não desistimos tão fácil se é algo tão especial.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

"Se chorei ou se sorri o importante é que emoções eu vivi".

Meus quarenta anos estão bem próximos e não sinto de forma alguma o peso dessa idade. Acredito que o que mais contam são as experiências de vida, as histórias vividas, o que aprendi e como sobrevivi com os ganhos e as perdas ao longo do caminho. Acho o máximo quando vejo fazerem cara de susto quando digo que daqui um ano terei quarenta anos. Acredito que nem tanto pela aparência, mas pelo meu jeito de menina brincalhona. Arisco-me a dizer que sinto orgulho por ter a vida que tenho e o que conquistei desde que nasci: amigos, companheiros, amores para a vida toda. Quem não me conhece a fundo e me lê neste momento pode até achar que falando assim sou fútil e minha vida foi fácil, que nunca passei por barras pesadas, que não sei discernir entre me sentir triste e ter depressão por nunca ter passado por elas, que não perdi entes queridos e que não me decepcionei com amigos e morri de amor pelo menos umas quinhentas vezes. Muito pelo contrário, já passei por tudo isso e por isso mesmo considero-me uma pessoa comum, uma mulher dentre milhões espalhadas pelo planeta que sonham, planejam, se ariscam, se decepcionam, se partem ao meio e novamente se lançam em novos projetos. Como eu sempre digo: não há garantias de uma vida longa, saudável e lúcida, portanto vivo os meus anos da melhor forma que posso. Como diz o Rei: “Se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu vivi.”

Os chatos e minha falta de paciência.

No mundo existem diversos tipos de pessoas com temperamentos os mais variados possíveis. Hoje venho reclamar de um tipo bem particular de gente, dos egocêntricos, daqueles que acham que o mundo tem que curvar-se diante das suas necessidades. Não é difícil encontrá-las por aí, geralmente são pessoas difíceis de lidar tanto em ambientes familiares quanto no dia-a-dia do trabalho. Eu mesmo conheço várias pessoas assim, porém evito passar tempo de mais na companhia delas, para minha própria proteção, já que não vejo graça em tornar meu precioso tempo com gente intolerante. Arrepio-me ao ouvir comentários dessa natureza: “Eu sou assim, se quiserem minha companhia que me aturem!”; “Não adianta, não vou mudar!”, “Que se danem os outros, eu sou eu!”. Declaro meu asco e não perco meu precioso tempo com essas pessoas vis desta categoria, adultas ainda carregam o ideal de ser o centro das atenções e de não sentirem necessidade de agradar a ninguém a sua volta.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

PENSANDO NO AGORA.

Neste momento penso que estar bem é estar satisfeita com minhas escolhas e pensar que o que não foi possível ver realizar-se foi devido a outros fatores: as pessoas, ao destino ou porque, no fundo mesmo, eu não soube como conduzi-las da maneira mais adequada. Vejo o saldo e ele é positivo.  

quinta-feira, 8 de julho de 2010

UMA PARADA MAIS QUE NECESSÁRIA.

Ainda cansada, mas muito feliz, estou de malas prontas para viajar.
Dei um tempo para o trabalho, cancelei compromissos, adiei encontros e resolvi que era chegada à hora de parar e pensar que vida é curta, com ela não temos garantias da nada.
Deixo por poucos dias meus amigos, pai, irmão e duas sobrinhas que me enchem de amor, alegria e orgulho. Todos eles sabem do meu bem-querer e me encorajam as idas e vindas que faço de tempos em tempos, eles vêem como chego mais leve e revigorada para a voltar a vida que gosto aqui.
Sei quando meu limiar de cansaço e desasossego chegam ao ponto de ter que optar por seguir em frente com esse corre-corre do meu mundinho ou dar um tempo para tratar de fazer coisas que gosto, estar com as pessoas que eu amo e moram muito distante de minha terra.
Isso não significa que não gosto do que faço para ganhar a vida e das pessoas com quem convido. Elas sabem do meu amor por todos. Minha alma inquieta não aguenta ficar muito tempo sem ver como estão amigos e familiares que moram a 3000 quilômetros de distância de mim. Sem contar que tenho dois sobrinhos, duas crianças lindas, que estão crescendo e eu acabo deixando de acompanhar muitas coisas. Como sei que o tempo não perdoa e nesse movimento eles crescem rápido de mais, não posso deixar de aproveitá-los e mimá-los antes que a titia aqui os faça pagar mico por seus excessos.

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